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terça-feira, 10 de agosto de 2010

GLOBALIZAÇÃO

O que é?
A globalização é um dos processos de aprofundamento da integração econômica, social, cultural, política, que teria sido impulsionado pelo barateamento dos meios de transporte e comunicação dos países do mundo no final do século XX e início do século XXI. Em resumo, globalização é um processo e que o mundo se aproxima pelo comercio dos paises desenvolvidos. É um processo que interliga o mundo através da rede de comuicação, o que permite um acesso rápido as mais variadas informações.
A rápida evolução e a popularização das tecnologias da informação (computadores, telefone e televisão) têm sido fundamental para agilizar o comércio e as transações financeiras entre os países. O número de usuários da Internet, rede mundial de computadores, é de cerca de 50 milhões e tende a duplicar a cada ano, o que faz dela o meio de comunicação que mais cresce no mundo.

Antiglobalização
Existem pessoas que são contra aos resultados da globalização.
Há aspectos positivos e negativos. Como aspectos positivos temos a facilidade com que as inovações se propagam entre países e continentes, o acesso fácil e rápido à informação e aos bens. Porém, para as classes menos favorecidas economicamente, especialmente nos países em desenvolvimento, esse acesso não é "fácil" (pois seu custo é elevado) e não será rápido.

Qual a importância da globalização hoje?
Mesmo com seus defeitos a  globalização é importante  porque com ela o mundo se interliga rapidamente.

Só uma globalização econômica alicerçada numa globalização social, poderá gerar níveis de desenvolvimento mais equitativos e sustentáveis. Só assim o Desenvolvimento será verdadeiro e atingirá os seus fins socias e econômicos.

terça-feira, 18 de maio de 2010

FÍSICA - A evolução da capacidade energética do ser humano

Em ambientes com pouco alimento, sem água, com certeza as pessoas têm dificuldade de sobreviver.
Praticamente todas as invenções do homem foram feitas para melhorara qualidade de vida do ser humano.
Com o passar do tempo conseguimos sobreviver em locais difíceis (que antes eram impossíveis).

Com a invenção do fogo o homem conseguiu caçar mais, pois tinha mais energia do que a caça.

Diferentes épocas ou estágios da evolução do homem
Num primeiro estágio, o homem foi coletor-caçador. Este período deve ter sido bem longo
Num segundo estágio, o homem aprendeu a domar e criar animais e virou um pastor nômade. Neste período tinha mais energia
Depois de surgir à agricultura, a situação energética melhorou.
Com isso as pessoas começaram a produzir, e depois aconteceram as trocas.
Algum tempo depois eles perceberam que, talvez, uma pessoa na precisasse daquilo que outra oferecia. Com isso criaram a moeda.

Com a Revolução Industrial, o homem produziu muitas máquinas.
Enfim, na maioria dos processos a energia sempre foi fundamental

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O sistema digestório e a digestão

A digestão é um processo em que os nutrientes, fontes de matéria prima energia para as células, são digeridos e ficam no “tamanho adequado”.

Digestão na boca

Na mastigação, o alimento é triturado e transformado em fragmentos menores, o que facilita a digestão.
Mas isso não é uma digestão química. Ela só passa a ocorrer quando o alimento entra em contato com a saliva decretada pelas glândulas salivares.
Catalisadores: são substâncias que aceleram reações químicas. Os biológicos recebem o nome de enzima
A saliva contém uma enzima a amilase salivar.

Prosseguindo a viagem

A deglutição acontece quando a laringe se fecha e deixa o bolo alimentar descer pelo estômago por meio de contrações chamadas movimentos perisálticos.
Uma região se contrai o que acaba levando o bolo alimentar para baixo e isso vai se repetindo até que chegue ao estômago.

A próxima estação

No estômago o bolo se mistura ao suco gástrico. Após um período de 2 horas estará formada uma pasta chamada quimo

A digestão no intestino delgado

O intestino delgado é um tubo de aproximadamente 6 metros que tem a função de absorver nutrientes.
A digestão do quimo ocorre na porção inicial do intestino delgado, onde entra em contato com o suco entérico e o pancreático.

A última etapa

O intestino grosso absorve a água, vitaminas e etc. O que sobrar vai para o reto, que estimula a defecação

terça-feira, 13 de abril de 2010

COMO IDENTIFICAR UMA BOA REFEIÇÃO

Muitas vezes as pessoas ficam confusas sobre o que é saudável. Por exemplo, o azeite, no começo dos anos 90 era falado que não era saudável, mas no fim disseram que era o contrário.

Alimento ou nutriente?

Algumas pessoas acham que alimento é sinônimo de nutriente. Mas é importante diferenciá-los:
Alimento: sacia a fome
Nutrientes: são obtidos, pelos animais, nos alimentos.


O que tem na sua comida

O ser humano precisa de nutrientes.
Os alimentos podem fornecer esses: carboidratos, proteínas, lipídios, sais minerais, vitaminas, água e fibras.
Cada um deles serve para uma ou mais coisas.

O que são os nutrientes

Os carboidratos são nossa principal fonte de energia.

As proteínas tem as funções de conferir elasticidade a nossa pele, participam no transporte do gás oxigênio e etc.
Os lipídios têm como principal função a energética.
As vitaminas e os sais minerais são considerados nutrientes com função reguladora

terça-feira, 16 de março de 2010

como se organiza o corpo humano



o corpo humano é dividido em sistemas, cada sistema com seus respectivo orgãos e com suas células.

As células se dividem em organelas, como os ribossomos, mitocôndrias e etc.
Observe a imagem:

Orgânulos:
1 Nucléolo Armazena carga genética
2 Núcleo celular Cromossomos do DNA
3 Ribossomos Faz a síntese de Proteínas
4 Vesículas
5 Ergastoplasma ou Retículo endoplasmático rugoso (RER) Transporte de proteínas ( há ribossomos grudados nele )
6 Complexo de Golgi armazena e libera as proteínas
7 Microtúbulos
8 Retículo Endoplasmático Liso Transporte de proteínas
9 Mitocôndrias Respiração
10 Vacúolo Existem em celula animal,porém são muito maiores na celula vegetal,serve como reserva energética
11 Citoplasma
12 Lisossomas Digestão
13 Centríolos Divisão celular
Cada célula, dependendo de sua função tem um número de organelas. As células têm suas formas de acordo com suas formas.
Elas formam os tecidos que são basicamente quatro:

Tecido epitelial
Funções: revestimento e proteção
Tipos: revestimento glandular
Exemplos: epiderme e sebácea

Tecido conjuntivo
Funções: preencher espaços, sustentar, armazenar, nutrir e proteger regiões do corpo
Exemplos: derme, ossos, sangue e hipoderme


Tecido muscular
Funções: contração, possibilitando o movimento
Tipos: liso, estriado esquelético e estriado cardíaco
Exemplos: fígado, movimento do osso e coração


Tecido nervoso
Funções: comunicação com o cérebro, transmissão de impulso nervoso
Tipos: central e periférico
Exemplo: neurônio

segunda-feira, 1 de março de 2010

Resumos dos trabalhos dos outros alunos

A Europa medieval se transforma - grupo 1 - Marcela e Alice
Era dividido em estamentos;
Havia pouca mobilidade;
Na sociedade moderna foi onde houve maior mobilidade, desenvolvimento técnico, científico, universalidade, produção em larga escala e opnião pública.

Mais em macelaparussulo.blogspot.com


Mudanças no antigo regime - grupo 4 - Paulo Henrique
O período compreendido entre os séculos XVI e XVIII ficou conhecido de antigo regime
A revolução puritana
Em 1640 começou a guerra. Olivier venceu e o rei derrotado foi decaptado.

Mais em paulosv.blogspot.com


Os reis modernos e seus mecanismos de controle - grupo 2 - Isadora
A Europa sofreu várias transformações, e estas transformações ajudaram a criar novas condições de formação social, política e econômica. Com isso os reis foram se espandindo, e seus podes também.
LUÍS O REI XIV,O REI DO SOL


O rei mais absoluto da Europa foi Luís que ganhou esta fama de ser o melhor quando disse a seguinte frase: " O estado sou eu ".


Pensadores do luminismo - grupo 5 - Bruno
Após as revoluções puritana e gloriosa, a Inglaterra abandonou o regime absolutista insistiu uma monarquia constitucional, legitimando o poder do parlamento (os demais países europeus viram nestas revoluções um exemplo histórico importante, que mostrou ser possível por fim ao autoritarismo dos reis.

Mais em brunoviniciuspserafim.blogspot.com

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A política dos reis modernos

Os reis controlam a economia

Muitos reis europeus se sentiam obrigados a controlar o dinheiro, a partir do século XVI (tinham que fiscalizar as finanças, regular o fluxo de entrada e saída de mercadorias e de moedas, aumentar as reservas de ouro e prata, controlar totalmente o que desse dinheiro, e estimular o desenvolvimento de manufaturas).

Eles queriam monitorar o dinheiro, mas também intervir nos rumos. Os reis tomavam conta de tudo, decidiam os preços e os salários.

Os burgueses, mesmo sendo donos das companhias de comercio e das oficinas de produção, tinham que obedecer aos reis.

Os princípios do mercantilismo

Os reis procuravam garantir os recursos necessários á manutenção da maquina administrativa e acumular riquezas em seu país. Para tanto, começaram a intervir a economia, baseando-se em princípios desenvolvidos por economistas da época. A essa pratica intervencionistas, ou política econômica dos reis europeus, damos o nome de mercantilismo.

Seus princípios podem ser resumidos como:

· Estimulo ao comercio;

· Protecionismo alfandegário;

· Busca de balança comercial favorável;

· Metalismo;

· Exploração de colônias.

O mercantilismo na pátria

Os princípios mercantilistas foram aplicados de formas variadas, de acordo com as condições de cada país.

A Espanha tendo acesso direto às minas de metais preciosos encontradas na América adotou, sobretudo, o princípio do metalismo. Portugal, por sua vez, tendo acesso as mercadorias africanas e orientais durante o século XV (e, mais tarde, ao açúcar produzido no Brasil), adotou prioritariamente o comercio de produtos valiosos e raros na Europa. Países que não tinham minas de metais preciosos nem dominavam colônias tropicais, como a França, a Inglaterra, davam prioridade á produção de manufatura para exportações.

Na frança, o principal responsável pelo apoio ás manufaturas foi Jean Baptist Colbert, ministro das finanças de Luís XIV, no século XVII. Por isso, o mercantilismo Frances recebeu o nome de cobertilismo.